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De: Sergio Silva em Recife, 04/03/2016 11:30:14h

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FINANCIAMENTO

Lava-Jato investiga patrocínio para filme sobre vida de Lula

Envolvidas em esquema de corrupção as empreiteiras Camargo Corrêa, OAS e Odebrecht contribuíram com a produção

O Globo  

04/01/2018

Foto: Divulgação.

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Cartaz do filme Lula, o filho do Brasil.

A força-tarefa da Lava-Jato investiga a arrecadação de patrocínio para o filme "Lula, o filho do Brasil", lançado em 2010 com um orçamento recorde na época, de R$ 17 milhões. O filme conta a história de Lula, do nascimento até a morte de sua mãe, quando tinha 35 anos de idade e já era líder sindical.


Em dezembro passado, a Polícia Federal tentou ouvir o ex-ministro Antonio Palocci, que está preso em Curitiba, mas ele permaneceu em silêncio e avisou que pretende se manifestar mais adiante, já que tenta negociar acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal.

 

Três empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras fizeram contribuições que variaram entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão: Camargo Corrêa, OAS e Odebrecht.


Segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, a PF juntou nas investigações emails do empresário e delator Marcelo Odebrecht. Os documentos tratavam do financiamento do filme e faziam referências ao apoio da empresa e a codinomes como “italiano”,. atribuído ao ex-ministro Antonio Palocci, e “seminarista”, o qual, segundo os investigadores, seria o ex-ministro Gilberto Carvalho.

 

O cineasta Luiz Carlos Barreto nega qualquer interferência ou influência dos ex-ministros Antonio Palocci e de Gilberto Carvalho na arrecadação de recursos junto a Odebrecht ou qualquer outra empresa para o filme "Lula, o filho do Brasil".


Não tem nada debaixo do tapete. Não tive nenhum contato com Palocci para conversar sobre o filme. Nunca usamos a influência e nem o prestígio do Palocci. O Gilberto sempre disse que nunca ia se envolver — disse o cineasta.

 

Barreto reconheceu, no entanto, que houve uma solicitação da Odebrecht para que o nome da empresa não aparecesse nos créditos do filme e dos materiais publicitários. Ele informou ao GLOBO que não sabe explicar a razão que levou a empresa a pedir para ficar de fora dos créditos. O cineasta disse que não teve contato com a Odebrecht. Afirmou ainda que a negociação com a empresa foi feita por meio de um agente de captação contratado para angariar recursos para o filme.

 

“A Odebrecht falou que preferia que o nome dela não constasse. Eu falei que não podia aceitar. Isso me foi trazido pela pessoa que estava fazendo a captação. E o Gilberto Carvalho fez questão de dizer que não podia se envolver e nem influenciar na captação de recursos. E daí pra frente nunca houve nenhuma promessa” - afirmou Barreto.

 

Em nota, o cineasta disse que a “captação de recursos necessários à realização do projeto teve como decisão central não se recorrer aos mecanismos de Renúncia Fiscal (leis Rouanet e audiovisual) para não nos acusarem de utilizar recursos públicos para contar a história de vida do Presidente Luiz Inácio (Lula) da Silva, em pleno exercício do cargo”.

 

Também acrescentou que, levando o custo da produção, foi tomada a decisão de não concentrar a captação em poucos patrocinadores, pulverizando ao máximo a captação.

 

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“Esta nova decisão nos causou um alongamento no tempo para realizar as captações cujas negociações estão todas registradas em contratos e devidamente documentadas.  No caso da Odebrecht, houve uma solicitação para que não incluíssemos o nome da empresa nos créditos do filme e dos materiais publicitários, condição essa que não foi, por nós, aceita, visto que é de praxe dar ao patrocinador, como uma das contrapartidas de seu investimento, seu logo nos créditos de apresentação do filme e também nos materiais publicitários”.

 

Barreto negou ainda oferecimento de tráfico de influência da Presidência da República junto aos patrocinadores.

 

“Elucidada essas questões, quero deixar claro que jamais solicitamos ou nos foi oferecido qualquer espécie de tráfico de influência da área da Presidência da República junto a eventuais patrocinadores, cujos contatos foram estabelecidos diretamente pelos nossos agentes de captação. Portanto, se algum se arvorou em cobrar apoio à Odebrecht para o filme, o fez por sua alta-recreação”.

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